sexta-feira, 15 de maio de 2015

Hotéis fazem preços especiais para Folkcom

Hotéis nas proximidades do campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) estão oferecendo descontos para participantes da XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação.

Os hotéis abaixo listados localizam-se na Avenida Fernando Corrêa da Costa e na Avenida Coronel Escolástico, que ligam o centro de Cuiabá ao setor Sul da cidade. O campus da UFMT fica a cerca de 4 km do Centro.

No momento da reserva, participantes da Folkcom devem informar o evento para obter os descontos oferecidos pelos hotéis. Os preços das diárias em geral são acrescidos de taxas e impostos.

Convém a cada participante da Folkcom entrar em contato com os setores de reserva para confirmar os valores.



Golden Tulip Pantanal (www.goldentulippantanal.com)
Quarto Single: R$ 187 + 10% + 3%
Quarto Double: R$ 237 + 10% + 3%
Quarto Triplo: R$ 289 + 10% + 3%

Hotel Veneza (www.venezapalace.com.br)
Quarto Single: R$ 130,00
Quarto Double: R$ 180,00

Delcas Hotel (www.delcashotel.com.br)
Quarto Single: R$ 162,00
Quarto Double: R$ 199,00

Hotel Bandeirantes (www.bandeiranteshotel.com.br)
Quarto Single: R$ 95,00
Quarto Double: R$ 140,00
Quarto Triplo: R$ 180,00




(Aline Wendpap e Sandra Maria Souza Rosa/Assessoria Folkcom 2015)


quarta-feira, 13 de maio de 2015

Centro Cultural da UFMT receberá Folkcom

O Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) será o local de realização de boa parte da programação da XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação. Com capacidade para 230 pessoas, o auditório do Centro Cultural será o lugar das conferências (abertura e de encerramento), mesas-redondas e painéis, além da programação artística e cultural.

O Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP), que integra o bloco de prédios do Centro Cultural, receberá a mostra de fotografias “Cidades Folkcomunicacionais e Territórios Decoloniais”, a ser inaugurada na noite do dia 11 de junho de 2015, segundo dia de Conferência Folkcom.

No período da Folkcom, o MACP estará também com a exposição “O que é que a cidade tem?”, que reúne trabalhos de artes visuais produzidas em Cuiabá e Mato Grosso, com obras de acervos de colecionadores particulares e do próprio MACP. Ao reunir simultaneamente duas mostras ligadas à visualidade, o museu será o local de lançamento de livros de autores ligados à Rede Folkcom.

A disponibilização do Centro Cultural para a Folkcom recebeu apoio do pró-reitor de Cultura, Extensão e Vivência da UFMT, Fabrício Carvalho, que é também maestro da Orquestra Sinfônica da UFMT.


O local

No campus da UFMT, o Centro Cultural fica entre Instituto de Ciências Sociais e Humanas (ICHS) e a Faculdade de Agronomia, Veterinária e Zootecnia (Famev) e na altura do campo de futebol. A entrada principal fica voltada para a Rua Alziro Zarur, bairro Boa Esperança.

O auditório e o entorno do Centro Cultural dispõem de rampas para portadores de necessidades especiais.

Minicursos, oficinas e as sessões de grupos de trabalho serão realizadas em salas de aula do Instituto de Linguagens (IL), onde funciona o Departamento de Comunicação Social da UFMT.


(Assessoria Folkcom)

domingo, 3 de maio de 2015

Conferencista expõe contradições entre modernização brasileira e saberes populares

A antropóloga Luitgarde Cavalcanti integra o corpo de conferencistas da XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, a ser realizada entre os dias 10 e 12 de junho na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A pesquisadora discute o tema “Saberes populares na modernização brasileira: Histórias à margem da História?” no dia 12 de junho.

Manejando instrumentais teóricos como os de dominação, hegemonia e ideologia, Cavalcanti buscou refletir sobre o processo de silenciamento e marginalização de determinados grupos sociais no Brasil durante o período de modernização nacional. O universo sertanejo, o catolicismo popular nordestino e o cangaço foram explorados pela pesquisadora alagoana numa época em que ainda não haviam se consolidado como objetos de estudo nas ciências sociais.

Suas investigações se valeram tanto de documentos oficiais do governo como da memória oral do povo, cuja vivência buscou problematizar. Ela apontou que entre os discursos de modernização e urbanização do país, em vigor a partir dos anos 1950, e a materialidade dos grupos rurais deslocados, emergiram contradições sociais e crescentes processos de estratificação.

Colocando em diálogo antropologia e história, Cavalcanti sistematizou o contexto de marginalização da população rural em êxodo para a cidade, a ausência de infraestrutura para receber esses grupos, a incompatibilidade entre as habilidades dos trabalhadores do campo e as demandas das ocupações industriais, o triunfo de um modelo de modernização excludente e desagregador.

A trajetória da antropóloga, que trabalhou como professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) por mais de 40 anos, foi tema de um livro lançado em 2011. Organizado por José Marques de Melo e Sonia Jaconi, tem como título “Luitgarde: uma voz dos silenciados”. Na publicação, Melo afirma que a obra da pesquisadora contribuiu para o “território da folkcomunicação”, por convergir no processo de comunicação desenvolvido pelas camadas marginalizadas do país.



Andreza Pereira/Assessoria Folkcom
Foto: Rede Folkcom

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Saberes da viola caipira e da viola de cocho são tema do conferencista Roberto Corrêa

A XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, a ser realizada de 10 a 12 de junho de 2015 na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), terá como conferencista o violeiro e pesquisador Roberto Corrêa. Ele fará a conferência de encerramento do evento, intitulada "Viola Caipira, Viola de Cocho: Saberes Outros na Cultura Popular Brasileira".

Roberto Corrêa tem feito da cultura musical do Brasil seu objeto de pesquisa. Instrumentista e compositor, tendo realizado performances com a viola em todo o mundo, Corrêa é doutor em Musicologia pela Universidade de São Paulo e é um dos responsáveis por introduzir a viola caipira e a viola de cocho nos circuitos acadêmicos do Brasil.
 
O professor percorreu o país por mais de três décadas estudando a viola caipira e a forma como é tocada em diferentes espaços. Entre a academia e o homem do campo, buscou desenvolver novos métodos para expandir a versátil sonoridade do instrumento, tanto no ambiente popular como no erudito. Suas obras foram pioneiras na investigação da história e do imaginário cultural construído pela viola entre as manifestações musicais do Brasil central.

Em 1982, Corrêa conheceu a viola de cocho, largamente usado em manifestações da cultura popular mato-grossense e hoje patrimônio imaterial brasileiro. São de sua autoria o disco "Cururu e outras danças" e o livro "Viola de Cocho", ambos resultados de uma pesquisa do Instituto Nacional do Folclore.

Os estudos de Roberto Corrêa apontam que a chamada música caipira, ainda marginalizada, tem encontrado outros caminhos de inserção no país, reinventando a tradição depurada da experiência do homem interiorano em sua relação com a natureza e a sociedade


Na conferência em Cuiabá, o estudioso terá a sua fala mediada pela presidente da Rede Folkcom, Maria Érica de Oliveira Lima, professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).


Andreza Pereira/Assessoria Folkcom
Foto: Ricardo Labastier 

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Folkcom: Prorrogado prazo para envio de artigos

O prazo para recebimento de artigos completos para os grupos de trabalho (GTs) da XVII Folkcom foi prorrogado até o dia 20 de maio de 2015. As normas continuam sendo as anteriormente divulgadas.

O pagamento de inscrições, para quem for apresentar trabalho, deve ser feito preferencialmente até o dia 1º de junho de 2015, via PagSeguro, acionando o botão “inscrições”, no blog do evento.

O autor deverá pagar a taxa conforme o segmento ao qual pertencer. A diretoria da Rede Folkcom optou por taxas baixas, a fim de permitir que um maior número de pessoas possa se inscrever.

A prorrogação se dá em função de pesquisadores terem apresentado trabalhos no Ibercom, entre março e abril, em São Paulo, e precisarem de mais tempo para finalização de novos artigos para a Folkcom.


(Assessoria Folkcom)


Folkcom formaliza-se como extensão na UFMT

A XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação passa a ser reconhecida formalmente como projeto de extensão na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. O projeto da Conferência Folkcom foi aprovado em seu mérito no edital do Programa de Bolsas de Extensão (PBext) 2015, no âmbito da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev) da UFMT.

A Conferência Folkcom foi aprovada no edital de eventos e terá uma bolsa de extensão para estudante de graduação. A aprovação da Folkcom na chamada de edital dá-se pela busca do evento em aproximar práticas de pesquisa, ensino e extensão. A organização da Conferência Folkcom, ao atender à chamada do edital de apoio a eventos, buscou formalizar a realização do evento como atividade de extensão no âmbito da UFMT.

A candidatura da Conferência Folkcom ao edital PBext 2015 atende também uma demanda da Procev-UFMT, coordenada pelo regente Fabrício Carvalho, para que eventos científicos passem a ser registrados formalmente também como atividades de extensão, dada a característica de produção e difusão de conhecimentos da atividade.

A concessão da bolsa de extensão será concedida a um estudante, que trabalhará na produção do evento, desenvolvendo perspectivas teóricas e atividades de comunicação social. A concessão da bolsa torna-se o segundo apoio da Procev-UFMT para a realização da Conferência Folkcom. A Procev-UFMT, através do Museu de Arte e de Cultura Popular, já havia aprovado a Mostra Cidades Folkcomunicacionais e territórios decoloniais.



(Assessoria Folkcom)



segunda-feira, 6 de abril de 2015

Pesquisadoras apontam marcos teóricos da folkcomunicação

Desafios da pesquisa em Folkcomunicação: trajetória e fortalecimento da disciplina em um cenário de transformações socioculturais é o tema do capítulo* que integra a obra Ciências da comunicação em processo: paradigmas e mudanças nas pesquisas em comunicação no século XXI, organizada por Osvando de Morais.  Como autoras do referente capítulo, as pesquisadoras da Rede Folkcom – Karina Janz Woitowicz (UEPG) e Cristina Schmidt (UMC/Mogi das Cruzes) – elencam marcos da consolidação da teoria da folkcomunicação no âmbito das Ciências da Comunicação, com base em pesquisa bibliográfica e levantamento de dados.

Woitowicz e Schmidt apontam os espaços acadêmicos, os grupos de pesquisa e os grupos de trabalho em eventos científicos como sítios de referência de produção e difusão da pesquisa em folkcomunicação e indicadores de expansão da teoria. Segundo as autoras, “o percurso desenvolvido ao longo do trabalho busca situar a relevância da folkcomunicação no pensamento comunicacional brasileiro, traçar o percurso de legitimação da teoria junto à comunidade científica, por meio da atuação de entidades científicas, e apresentar um mapeamento da contribuição do Grupo de Pesquisa de Folkcomunicação da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) no fortalecimento da pesquisa na área e na descoberta de novos temas e abordagens, com ênfase nas mídias digitais e nas novas formas de comunicação de grupos e setores marginalizados”.

Além da análise sobre a consolidação da pesquisa em folkcomunicação no âmbito científico, no texto citado ainda é possível encontrar as contribuições do GP da Intercom para a pesquisa folkcomunicacional. Disponibilizado digitalmente e gratuito, o livro pode ser acessado para download na biblioteca do nosso site.


Por Júnia Martins - Rede Folkcom/João Pessoa
*Capítulo 23, p. 662 a 691.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Folkcom: Melhores trabalhos nos GTs serão premiados

A Rede Folkcom premiará os melhores artigos apresentados nos cinco grupos de trabalho (GTs) da XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, a ser realizada de 10 a 12 de junho de 2015 na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A premiação será conferida em três categorias de trabalhos: graduandos, mestrandos e doutorandos.

Os GTs são:

1) Teorias da Folkcomunicação: Fundamentos e Metodologia (coordenação: Dra. Cristina Schmidt/Universidade de Mogi das Cruzes,UMC);

2) Morfologia da Folkcomunicação: Gêneros e Formatos (coordenação: Dra. Cristina Gobbi/Unesp-Bauru);

3) Conteúdos da Folkcomunicação (coordenação: Dr. Fábio Rodrigues Corniani, UFSB/Itabuna);

4) Folkcomunicação e Desenvolvimento (coordenação: Dra. Betânia Maciel/UFRPE;

5) Folkcomunicação e Decolonialidade (coordenação coletiva: Dr. José Carlos Leite/ECCO-UFMT, Dra. Larissa Menendez/ECCO-UFMT, Dra. Suzana Guimarães/ECCO-UFMT e Dr. Osvaldo Meira Trigueiro/UFPB).

O quinto GT, Folkcomunicação e Decolonialidade, visa receber trabalhos voltados para o tema central da conferência, que em 2015 é “Folkcomunicação e Pensamento Decolonial na América Latina”.

A premiação é um reconhecimento ao mérito acadêmico empreendido nas atividades de iniciação científica e de orientação monográfica nos cursos de graduação e também de pesquisa nos níveis de mestrado e doutorado nos programas de pós-graduação em Comunicação e em outras áreas do conhecimento.

Os trabalhos aprovados pelo comitê científico e apresentados nos GTs estarão automaticamente concorrendo à premiação, que terá como julgadores membros pesquisadores da Rede Folkcom e da UFMT.

O prêmio, como nas edições anteriores da Conferência Folkcom, será concedido em forma de certificado aos autores e coautores dos melhores trabalhos.


A Conferência Folkcom recebe trabalhos até o dia 25 de abril de 2015.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Cidades Folkcomunicacionais: chamada aberta

A XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, a ser realizada de 10 a 12 de junho na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT/Cuiabá), terá a Mostra Fotográfica “Cidades Folkcomunicacionais e Territórios Decoloniais: O folclore no espaço urbano brasileiro e latinoamericano”. As inscrições e o envio das fotos podem ser feitos até o dia 15 de abril.

A proposta da mostra é perceber a dinâmica do folclore e das culturas populares no espaço urbano, nos modos como se enredam, resistem ou se afirmam, em meio a distintas experiências de modernização.

A mostra está aberta a docentes, pesquisadores, estudantes de Comunicação e de outras áreas do conhecimento, vinculados à Rede Brasileira de Pesquisa e Estudos em Folkcomunicação (Rede Folkcom) de todos os estados brasileiros e de outros países da América Latina. Podem participar também fotógrafos profissionais ou não.


Datas

A divulgação e informe aos autores dos trabalhos selecionados serão realizados no dia 30 de abril de 2015. As normas para o envio das fotos bem como o regulamento completo pode ser acessado aqui.

O arquivo com a cessão de direitos autorais para a participação da mostra pode ser baixado aqui.

A mostra fotográfica, programada para o período de 11 de junho a 10 de agosto de 2015, será realizada no Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso (MACP-UFMT).


Realização

A realização da mostra é uma parceria entre Rede Brasileira de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação (Rede Folkcom) e Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO-UFMT), com apoio da Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev-UFMT) e do MACP-UFMT.


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

XVII Folkcom terá mostra fotográfica no MACP-UFMT


A mostra de fotografias “Cidades folkcomunicacionais e territórios decoloniais: O folclore no espaço urbano brasileiro e latino-americano” foi um dos projetos aprovados para o calendário do Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal de Mato Grosso (MACP-UFMT) no primeiro semestre de 2015.

A mostra fotográfica é um dos eventos culturais programados para a XVII Conferência Brasileira de Folkcomunicação, que será realizada de 10 a 12 de junho de 2015 na UFMT, em Cuiabá.

O que há de folclórico na cidade contemporânea, observada e registrada pela lente do fotógrafo profissional, mas também do cidadão comum: este é o foco de interesse do projeto “Cidades Folkcomunicacionais e territórios decoloniais”.

Numa primeira instância, a sugestão é promover o registro da dinâmica do folclore no espaço urbano, considerando os modos como ele se enreda na vida moderna e assim se reproduz e se transforma ao longo do tempo.

Numa segunda instância, a sugestão é estimular a captura destas paisagens folkcomunicacionais pelo olhar do cidadão comum, hoje paramentado na convergência dos telefones celulares com câmeras fotográficas.

O projeto visa enfatizar e estimular a prática fotográfica como prática comunicacional e prática poética, considerando dois aspectos com relação às artes visuais no século XXI: a) a massificação do consumo de equipamentos audiovisuais instalados nos aparelhos celulares e b) a popularização da linguagem fotográfica como prática cotidiana.

A curadoria e a organização da mostra contam com participação de docentes do ECCO-UFMT e membros da Rede Folkcom, devendo ser aberta a pesquisadores, professores e estudantes de graduação e de pós-graduação e outros interessados no registro das manifestações folclóricas e das culturas populares no Brasil e na América Latina.

“Os projetos selecionados para compor a programação 2015 do MACP-UFMT atenderam à instituição por meio de propostas que visam o fortalecimento da memória e da diversidade cultural, a discussão de temas relevantes à sociedade, à educação e à acessibilidade da cultura”, informou Ageo Luiz Bastos Villanova, supervisor do MACP-UFMT, ao divulgar o resultado dos projetos aprovados no dia 12 de fevereiro de 2015.

Ainda em fevereiro, a organização local da XVII Folkcom divulgará o edital de chamada dos trabalhos fotográficos.


Assessoria Folkcom Cuiabá

Foto: Y. G.
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